segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Blues




E no pulsar do desejo, a nudez do nascimento.

Mergulhar no mar, ao som do vento...
Outrora lugar de proteção...

Agora, mar, Solidão.

Perde-se no movimento ri-tímico, infinitude blues. . .

Incompletude Humana, vazio que transborda e não derrama.

Ah! Pensamentos malditos!  Me inclinão a escavar...

Porém turva são as águas, dos mares d'meu Mar...

È. Deixa a Maré levar.

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